|
ATENÇÃO EMPRESÁRIOS
A Associação Comercial e Empresarial de Guarujá - ACEG promoverá no próximo dia 13 de setembro, a partir das 19h00 uma reunião com empresários para discutir o desenvolvimento econômico da cidade e os anseios da classe empresarial em relação a proxima temporada de verão.
A reunião será realizada no auditório do Delphin Hotel, situado à Av. Miguel Stefano, 1295 - Enseada.
Colabore respondendo a pesquisa disponível no site
|
|
|
|
|
Comércio Temporário em Guarujá |
|
|
|
|
Todos os anos a história se repete. É só chegar a alta temporada, o comerciante de Guarujá é obrigado a dividir seu espaço com um número excessivo de vendedores ambulantes e feiras sazonais em suas ruas, centros comerciais e praias.
E, como acontece em todos os anos, os problemas se repetem, uma vez que muitos deles não possui sequer cadastro na Prefeitura Municipal do Guarujá. São centenas de pessoas que não pagam os impostos na cidade, não contribuem para a manutenção do município e, pior, prejudicam aqueles comerciantes que vivem na cidade o ano todo, que contribuem e se interessam pelo desenvolvimento do Guarujá, criando empregos e renda para os moradores da região e são fiscalizados o ano inteiro. “O que os comerciantes do Guarujá desejam é que as leis existentes para regulamentar esse comércio sazonal sejam cumpridas e que a municipalidade faça a sua parte na fiscalização dos abusos”, diz Marcelo Stuque, Presidente da Associação Comercial e Empresarial do Guarujá (ACEG). Sempre em favor dos comerciantes locais, a ACEG tem incansavelmente cobrado a atuação da municipalidade quanto ao fato. Recentemente foram encaminhados vários ofícios à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Guarujá: “Em um deles solicitamos informações sobre a quantidade de ambulantes cadastrados no município, bem como do número de fiscais incumbidos de ver se as regras estão sendo cumpridas. Já em outro ofício pedimos informações quanto às empresas que solicitaram autorização para a realização de feiras na cidade e qual foi a decisão da Prefeitura”, continua Marcelo. O presidente da ACEG lembra ainda a existência da Lei Complementar 116/2008, que regulamenta o comércio Sazonal, proibindo a realização de feiras nos meses de julho, dezembro, janeiro e fevereiro, no intuito de proteger o comerciante local e ainda o Decreto 5.219/1996, que estabelece em 1.350, o número total de ambulantes que podem trabalhar no município, divididos entre as praias, os centros comerciais e os bairros. “Os comerciantes estabelecidos em Guarujá, que estão aqui o ano todo, pagando aluguel, IPTU, alvará, ISS, taxa de publicidade, salários, fundo de garantia, enfim uma infinidade de obrigações que são geradas o ano inteiro, exigem que essas leis e decretos sejam cumpridos de forma efetiva. Afinal, é na alta temporada que eles têm a oportunidade de reduzir os prejuízos da baixa estação”, conclui Marcelo.
|
|
| |
|
|